13.4.10
12.4.10
Sexta à noite, sábado de manhã
Jantar por aí, ir a Linda-a-Velha deixar uma amiga, voltar, ir ao portas largas, depois ao maria caxuxa e seguir para onde? Para o trumps. Sair de lá às 6, arrastar outra amiga para o táxi e garantir que é entregue na morada certa. Um copo de tinto, duas caipirinhas e um gin mais tarde, ainda sou obrigada a explicar ao senhor agente que é a primeira vez que faço o teste do balão (enquanto tremo por dentro e sou assolada pla porra do sentimento de culpa tão tipicamente cristão).
Quando finalmente caio na cama, começa a vizinha de cima a aspirar.
Been there
O amigo da minha amiga é daqueles homens para quem não olharia duas vezes na rua. Mas eis que, ao jantar, o ouço falar e há qualquer coisa aqui dentro que se acende.
Problema #1 - tem namorada
Problema #2 - a namorada também é amiga da minha amiga.
8.4.10
Há dias em que só me apetece puxar o fecho éclair para baixo e despir a minha pele. Há dias em que penso que não devia ter nascido ou que já devia ter morrido. Há dias em que o caralho das forças do universo se unem contra mim. Há dias em que eu acho que o caralho das forças do universo se uniram contra mim, mas efectivamente não o fizeram. Há dias em que nada parece fazer sentido. E há dias em que não faz sentido que nada faça sentido, porque tudo à minha volta tem - e faz - sentido. Há dias em que tudo parece estar a correr o pior possível, a ser o auge da merda, o cúmulo do mau (...)
7.4.10
No meio da habitual conversa que tenho com os meus neurónios logo pela manhã, vinha a pensar qual seria o sentido mais cruel de perder (sim, devia ocupar-me de coisas mais proveitosas....nada a fazer) e a conclusão foi sempre a mesma: a audição.
Obrigada, João.
*em modo que se danem todos*
Yeah Yeah Yeahs | Phenomena
Marginal no sentido Cascais-Lisboa. Peugeot preto comercial. Vidros abertos. Pessoa loira a gritar esta música como se não houvesse nem mundo à volta, nem o dia de amanhã. Acenem. Sou eu.
6.4.10
Há algo de muito coerente com essas mesmas pessoas
quando elevam o nível de idiotice da conversa a níveis p'ra lá de extraordinários Ai filha... de mulheres... Isto agora é de modas, 'né? E mesmo assim podes 'tar aqui na igreja?
Há algo de perfeitamente certo comigo
quando respondo a essa pergunta, mesmo depois de levar uma cotovelada de aviso da minha mãe, Eu agora gosto de mulheres.
Há algo de perfeitamente errado com as pessoas
que se aproximam de mim, num funeral, para me perguntar Então, já te casaste?
A vida intriga-me
Na sexta de manhã estava no aeroporto, feliz da vida, a dar um abraço ao meu irmão que chegou finalmente a casa. À tarde estava num funeral, lavada em lágrimas.
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