Deixas-me só guardar aí os cds?
Claro.
Não tou a arranjar nenhuma desculpa para me meter contigo e mexer nas tuas pernas.
Como se precisasses de desculpas.
Então?
Não as desviei do porta luvas, tão exactamente no mesmo sítio. Se calhar quer dizer alguma coisa, não?
(Silêncio)
Adorei a tua cara de pânico. Nada mal.
Tou a ser um granda totó, não tou?
O que é que achas?
15.4.11
12.4.11
Deixa andar
O carro precisa de ir à oficina?
As multas dos sacanas da EMEL têm que ser reclamadas?
O esquentador avariou outra vez e continuas a tomar banho de água fria?
Apanhas tosgas valentes há não sei quantos fins-de-semana seguidos?
As multas dos sacanas da EMEL têm que ser reclamadas?
O esquentador avariou outra vez e continuas a tomar banho de água fria?
Apanhas tosgas valentes há não sei quantos fins-de-semana seguidos?
10.4.11
Pareço um cetáceo
Pipocas e gin tónico no Templários
Chiclets e Red Bull numa estação de serviço em Alfragide
Bolo e Ucal de chocolate no tasco aqui ao pé de casa
É capaz de explicar o meu lindo estado. Oh crap.
6.4.11
26.3.11
Censos #2
Duas e tal da tarde, umas quantas horas de dureza no lombo, ah sim trabalhar ao sábado, eu, na boa parva de merda, em vez de ficar quieta e tocam à porta. Eia, será que é o vizinho giraço? Ajeito o cabelo ao espelho. É uma tipa meio estrábica e com as unhas pintadas de cores diferentes. Conto verde, azul, roxo, cor-de-ro Boa tarde, vinha verificar se está tudo bem com o seu inquérito. E explico. Pois, sabe o que foi, ontem quis despachar tudo e peguei no 1º monte de envelopes com senhas que apanhei e nem reparei que não eram os certos para esta zona. Excesso de zelo, sabe como é. Mas não conte a ninguém, tá bem? Rio-me, incrédula. 'Tá bem, não conto, não se preocupe.
Censos #1
Sexta, onze da noite, dia trabalhístico fornicado, uma hora presa no trânsito, sopa no bucho Caneco, bora lá tratar disto. Ligo-me, ponho os códigos, xéxéxé, preencho o ponto um. Não sei quê, o código geográfico não corresponde xéxéxé. Procura última factura da luz para confirmar os dígitos e a localidade. Tentativa 2: o código geográfico não corresponde. Googla código postal e tenta maizumavez: o código geográfico não corresponde. Tá bem, quero que estes gajos se lixem. Adeus e até uma próxima.
25.3.11
Goldie locks
has left the building. Enchi o saco. Fartinha de me sentir a Jane Fonda em vídeos de ginástica ou a porra de uma dona de casa que vai de manhã ao pão, agora é como eu quero: curto, à rapaz, com gel.
Epá, vai ver-se aí a tatuagem. Ainda passas por fufa.
A sério? É da maneira que amanhã tou caída no Twins.
23.3.11
É tão parvo
o Tolan, jeese. Empresto-lhe os livros, perde-os e ainda sou enxovalhada porque gosto de um escritor para gajos e algumas mulheres com problemas graves.
Em calhando, é melhor ir ver dos meus níveis de testosterona e destes pêlos esquisitos que me crescem nos dedos dos pés.
22.3.11
20.3.11
Tenho a vida um bocado de pantanas. Estar between jobs é aquela cena bonita de se dizer, só que a foda é saber gerir isso e eu sou gaja de letras, logo, percebo zero de gestão. Só isso explica esta má relação com os fusos horários. Acordar às 6h30 de sábado, ir dar o corpinho ao manifesto que ele fez-se foi para trabalhar, vir para casa e em pose de dona de casa, sacode tapete, lava roupa e a seguir enfiar-me na banheira que eu mereço ir beber uns copos e dançar. O esquentador avaria, mas a porra do Universo bem pode mandar as mensagens que quiser que a água gelada enrijece, um, dois, três, deixa de ser maricas. O Viking ao rubro, metem Pulp e a noite fica perfeita, vem o strip das três com saltos de agulha e a noite fica surreal. O cabelo a colar ao pescoço, a roupa a colar à pele de suor, o resto da imperial desaparece rua acima. Vai-se ao pão quente de mãos dadas e a química é uma coisa que não se explica. Falamos a mesma linguagem dos beijos. Racionalidade às urtigas, o dia ainda não acabou, mesmo que o relógio já dite as sete e meia de domingo, 20 de Março.
E agora estou aqui de pantanas, raios. Quando não se gosta genuinamente de ninguém durante um par de anos há coisas que deixam de ser intuitivas. Pisar outra vez este campo de batalha, só mesmo de peito aberto e com uma valente dose de estupidez natural. Cruzar os dedos, deixar de ser maricas que dois banhos gelados no mesmo fim-de-semana já era lei de Murphy a mais e arriscar. Tenho a porcaria do almoço para fazer, odeio que o telemóvel não toque e percebo zero de gestão. Afinal, o maldito coração também sofre de jet lag.
9.3.11
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