Estratégia: ser boazinha e dar algumas abébias.
11.5.11
10.5.11
Resquícios de uma semana em Trás-os-Montes #5
Não fui às Caves de Murça. Mas desejei ficar nos Calabouços da GNR local. Giros, pá. Nham.
Resquícios de uma semana em Trás-os-Montes #4
Obsceno: o fio dental da moça que se passeava com o carrinho das refeições, no alfa Campanhã-Santa Apolónia.
Estratégico: o lugar onde ela tinha as bebidas guardadas. Acocorava-se junto à última prateleira e fazia-se todo um silêncio no corredor. Eu cá, só rezava.
Resquícios de uma semana em Trás-os-Montes #2
Homens de Mogadouro ao poder. Cabelinho à foda-se? Zero. Baixotes? Zero. Quanta saúde, minha nossa.
Resquícios de uma semana em Trás-os-Montes #1
Perdida entre Favaios e Sanfins do Douro, ligo o rádio do carro Vamos agora às actualizações de trânsito, na segunda circular houve um Epá, não há pachorra. Lisboa a arder, já. E que venha a regionalização depressinha.
Ok, assim muito de repente,
o que raio aconteceu ao draft.blogger?
Sim, tou com um certo delay tecnológico, mas o que me importa a mim que isto tenha ganho um prémio não sei quê, se tá aqui três quinze dias a carregar e nada, não fornica nem sai de cima?
24.4.11
19.4.11
Tou doente, só pode
Uma meia hora plantada à espera, um programa especial decidido por moi même, uma molha do caracinhas, eu a fazer figas para que a raça masculina fosse eliminada da terra ou que viesse uma onda gigantesca para engolir o carro, um restaurante escolhido à última da hora em que, god knows why, era noite de karaoke, uma conversa à base de monossílabos, uma trovoada que não acabava e um Tens que ter calma comigo.
E a merda é que tive mesmo.
18.4.11
Se eu me calasse prestava um grande serviço à humanidade
Deixas-me só guardar aí os cds?
Claro.
Não tou a arranjar nenhuma desculpa para me meter contigo e mexer nas tuas pernas.
Como se precisasses de desculpas.
Então?
Não as desviei do porta luvas, tão exactamente no mesmo sítio. Se calhar quer dizer alguma coisa, não?
(Silêncio)
Adorei a tua cara de pânico. Nada mal.
Tou a ser um granda totó, não tou?
O que é que achas?
Claro.
Não tou a arranjar nenhuma desculpa para me meter contigo e mexer nas tuas pernas.
Como se precisasses de desculpas.
Então?
Não as desviei do porta luvas, tão exactamente no mesmo sítio. Se calhar quer dizer alguma coisa, não?
(Silêncio)
Adorei a tua cara de pânico. Nada mal.
Tou a ser um granda totó, não tou?
O que é que achas?
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