12.5.11

Dúvidas existenciais


Querida Maria,

tenho alguma dificuldade em perceber o sexo oposto. Nao sou propriamente uma pessoa tímida, vou à luta, demonstro abertamente o que sinto por X ou por Y, tenho uma vida social preenchida, conheço muita gente, até levo algumas dessas pessoas para casa, mas não acontece nada. Simplesmente não vou mais além.

O que fazer?

P.S: Tenho uma vagina.

11.5.11

Espero que notem um padrão na minha conversa #1


Estratégia: organizar a coisa por etapas e dar a perceber que isto não é rocket science.

Espero que notem um padrão na minha conversa #1 1/2


Estratégia: ser boazinha e dar algumas abébias. 

Espero que notem um padrão na minha conversa #2



Estratégia: just cut the crap

10.5.11

Sou imensamente culta, ouço a Radar, só vejo filmes do Lynch e vou à Feira do Livro


Resquícios de uma semana em Trás-os-Montes #5

Não fui às Caves de Murça. Mas desejei ficar nos Calabouços da GNR local. Giros, pá. Nham.

Resquícios de uma semana em Trás-os-Montes #4

Obsceno: o fio dental da moça que se passeava com o carrinho das refeições, no alfa Campanhã-Santa Apolónia.

Estratégico: o lugar onde ela tinha as bebidas guardadas. Acocorava-se junto à última prateleira e fazia-se todo um silêncio no corredor. Eu cá, só rezava.

Resquícios de uma semana em Trás-os-Montes #3

Um Mutante, tinto, 2006 no Flor de Sal.

Há vidas mais baratas, mas não são tão boas.

Resquícios de uma semana em Trás-os-Montes #2

Homens de Mogadouro ao poder. Cabelinho à foda-se? Zero. Baixotes? Zero. Quanta saúde, minha nossa.

Resquícios de uma semana em Trás-os-Montes #1

Perdida entre Favaios e Sanfins do Douro, ligo o rádio do carro Vamos agora às actualizações de trânsito, na segunda circular houve um Epá, não há pachorra. Lisboa a arder, já. E que venha a regionalização depressinha.

Ok, assim muito de repente,

o que raio aconteceu ao draft.blogger?

Sim, tou com um certo delay tecnológico, mas o que me importa a mim que isto tenha ganho um prémio não sei quê, se tá aqui três quinze dias a carregar e nada, não fornica nem sai de cima?

19.4.11

A propósito


J. Rentes de Carvalho, Tempo Contado
 Blur | Girls and Boys

Tou doente, só pode

Uma meia hora plantada à espera, um programa especial decidido por moi même, uma molha do caracinhas, eu a fazer figas para que a raça masculina fosse eliminada da terra ou que viesse uma onda gigantesca para engolir o carro, um restaurante escolhido à última da hora em que, god knows why, era noite de karaoke, uma conversa à base de monossílabos, uma trovoada que não acabava e um Tens que ter calma comigo.

E a merda é que tive mesmo.