25.10.11
24.10.11
Imagino-a a fazer cábulas daqui a uns tempos
Curto mesmo esta coisa de trocar sms com a matriarca, enquanto ela está na Universidade: Ligo + tarde, não quero q o prof de psicolog. do idoso me apanhe a olhar para o telem.
O Júlio acha que não me aproximei o suficiente dos homens de Mogadouro para lhes poder topar a pinta. Caro, eu explico: não tem a ver com o factor surpresa ou com as capacidades argumentativas dos mesmos, mas apenas com o lado físico e estético. Para quem, como moi même, está farta de ver tipos de sobrancelhas arranjadas e que demoram mais tempo na casa-de-banho do que eu, foi agradável ver a boa e velha testosterona em estado puro.
21.10.11
20.10.11
Reuniões: questões fundamentais
Como é que se terão sentido os Cavaleiros da Távola Redonda a ouvir Artur e Gawain falar sobre o Santo Graal?
E os discípulos, na Última Ceia, enquanto Jesus discursava sobre a Morte e o Cálice da Nova Aliança?
No fundo, se repararmos bem, o modelo colou e continua a ser reproduzido nos tempos que correm: um tipo iluminado e com bons dons de oratória, explica a um bando de papalvos entediados que o que aí vem é uma coisa espectacular e vai mudar a vida deles na empresa.
Não?
19.10.11
Karine Marenne | Caravan of Love
2005
Aos palhacinhos da TVI que, ontem, me proporcionaram este belo momento de informação (algures aos 46 minutos): vocês estudaram mesmo jornalismo para fazer coisas deste gabarito? A sério?
18.10.11
De rajada
Tou farta. Farta da liderança inexistente que atravessa empresas, Governo e afins. Farta de não me indentificar nem com movimentos rococós, nem com manifestantes profissionais que empunham diablos e fazem malabarismos enquanto gritam palavras de ordem tipo tamos aqui para nos sentarmos na escada da Assembleia e ouvir toda a gente, ya. Eu trabalho e os meus pais não têm dinheiro para eu poder largar tudo e ir por esta vida fora fazer viagens com cães sarnentos e fumar brocas.
Farta de olhar para a direita e ver uns quantos profetas que, espantados com o mundo e acusando a tão típica falta de memória, sacodem a água do capote e chutam as culpas para os suspeitos do costume , para não falar da outra cambada de meninos que nos foi vendida como "vinda da classe trabalhadora", o Álvaro, o Vítor, e que são, afinal, teóricos monocórdicos enfiados num fatinho 3 tamanhos acima na tv, explicando ao povão que vêm aí tempos difíceis. A sério? Foda-se. Nem quero falar do outro espécimen que habita na Linha, cheio de filhos, membro honorário da missa aos domingos nem que venham de lá hordas de búfalos em fúria e que se torce de nojo misericórdia pelos pretinhos de África, coitadinhos, abençoados os pobres de espírito.
Tou farta da malta esquerdalha que parou no tempo e vive com os olhos postos na Coreia, da outra malta pseudo-esquerda que defende os pobres e oprimidos e se infiltra em tudo o que é questão para fazer valer as bandeiras do partido e o "estamos aqui". A esquerda não existe, meus caros, e o único gajo que ainda faz alguma oposição é o tipo da CGTP.
Tou farta dos ignorantes que não sabem que o que ganhamos é parcelado em 14 vezes e não em 12, e que o Estado-Pai não nos dá nada através dos subsídios, mas corta, sim, com estas medidas, as remunerações. Informem-se, porra.
Tou farta de ler jornais, de ver tv, abutres especializados num saco que tudo abarca: política, economia, Médio-Oriente, livros para crianças, futebol, criação de pássaros. Tou farta de receber, por mail, artigos de jornal de mil nove e trocó passo fazendo o apanágio salazarento do regresso da cadeira, do punho firme, do pão honesto e honrado, do pé descalço mas com orgulho.
Tou farta dos activistas de sofá.
Tou farta de escrever textinhos de merda e de ter esta mesma conversa com uma data de gente. Porque olho e não vejo alternativas, propostas construtivas. Trabalho e sempre trabalhei. Nas férias da escola, nos tempos de faculdade, não tinha eu outro remédio a não ser amochar e bulir na fazenda, na vindima, na puta que pariu da apanha da pêra, no que viesse. Não me cairam os parentes na lama e é por isso que sei o valor das coisas, que acredito na minha força, na criatividade, vontade de vencer, garra, determinação, perseverança. Não me junto ao coro do medo, da saída mais fácil, do "se vão perdoar metade da dívida à Grécia, então tamos safos". Mas digo, honestamente, que nunca como hoje pensei em virar as costas a esta merda toda e sair daqui de vez.
12.10.11
De volta à escola primária
Prós:
não é lindo de morrer, mas tem aquele something que me deixa curiosa
olhos verdes
sorriso bonito
tímido
educado
Contras:
trabalha duas salas ao lado da minha e comer a carne onde se ganha o pão é coisa que não aprecio
sou uma naba e, em vez de fazer qualquer coisa, armo-me em desinteressada
Querida Maria, o que devo fazer?
11.10.11
7.10.11
É o problema do Verão em Outubro:
devia andar quietinha com o cair da folha, mas este calor baralhou-me as hormonas e é o reboliço total até mais tarde.
As minhas desculpas a todos os vizinhos que o fazem (ainda que sem asneiras ou cenas kinky) dentro das horas aprovadas plo condomínio, mas eu nessas aproveito a tarifa bi-horária pa pôr a roupa a lavar.
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