À entrada cumprimentámo-nos com um aperto de mão: Sou o N., como está?
À saída, presumindo que seria igual, estendi a minha. Puxou-a, puxou-me e deu-me dois beijinhos enquanto a apertava com muita força.
"Postura" têm as galinhas, por isso digamos que me sinto sempre uma perfeita anormal em termos de "saber estar" nas reuniões de trabalho.
2 comentários:
Dantes fazia assim, depois deixei-me disso: é do sexo feminino, não há apertos de mão. Só claro óbvio se for feia.
É uma boa regra, vou adoptar com a variante do "só claro óbvio se for baixinho"
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